Prostatite cronica ou aguda

Tipo I – Prostatite bacteriana aguda

Tipo I – Prostatite bacteriana aguda

Tipo IV Postatite inflamatória assintomática/síndrome de dor pélvica

A prostatite aguda é geralmente causada por bactérias como Escherichia coli, Proteus mirabilis ou Klebsiella sp. Em homens sexualmente activos, até aos 35 anos, deve pensar-se na possibilidade de uma infecção por Neisseria gonorrhoeae.

Manifestações Clínicas

As prostatites podem ser classificadas nas seguintes “categorias” (classificação dos National Institutes of Health, dos Estados Unidos da América):

Prostatites crónicas (restantes Tipos, II, IIIA, IIIB, IV)

Tratamento

Tipo II – Prostatite bacteriana crónica

A próstata que funciona normalmente possui três barreiras de protecção:

Este quadro é completado com aspectos particulares.

Entre os factores provocadores podem ser considerados traumatismos causados por exames instrumentais, manipulações grosseiras, estado séptico geral, inflamações no fígado e nas vias biliares, angina, otite, cárie dentária, proctite, endocardite crónica, pneumonia crónica e intoxicações. No caso de intoxicações (tabagismo, alcoolismo, etc.), traumatismos, efeito de radiação ionizante, perturbações autónomo-neurosas, vasculares e imunitárias, devido aos seus efeitos secundários duradouros exercidos sobre a próstata, ocorrem alterações tróficas, alterações da inervação autónoma e da reactividade imunitária da próstata. As alterações trófico-degenerativas destrutivas que as acompanham contribuem para que a flora não patogénica e quasi-patogénica passe a ser patogénica e responsável pelo desenvolvimento da inflamação.

O tratamento da Prostatite

Sintomatologia geral: calafrio, febre, fraqueza geral, fatigabilidade fácil, perturbações do sono, nervosismo, obsessões.

A prostatite passou a ser considerada como entidade nosológica independente há mais de cem anos. O processo inflamatório crónico nos órgãos sexuais masculinos tem, via de regra, um carácter difuso, mas o foco patológico principal encontra-se num só órgão.

Referências bibliográficas:

Os doentes com infecções não específicas da próstata, vesículas seminais, colículo seminal (prostatites, vesiculites, coliculites) devem receber um tratamento integrado e etiopatogénico. Muitos métodos de tratamento conservador de prostatite não conseguem atingir o resultado desejado. A situação muda radicalmente quando a terapêutica passa a incluir o tratamento com laser de baixa intensidade.
[R.Sh. Altinbaev, N.R. Kerimova, 1993; I.N. Danilova et al., 1985; A.K. Polonski, A.V. Tcherkassov, 1984; L.Ia. Reznikov et al., 1992; B.V. Iassinski et al., 1990].

  • Estrutura morfológica e funcional resistente; contribuem para a quebra desta barreira, o estado psico-emocional negativo (astenia ou depressão pronunciadas) e alterações orgânicas nos órgãos genitais (traumatismos, intoxicações, alterações da perfusão, etc.);
  • Tono fisiológico suficiente e vascularização dos órgãos genitais internos; esta barreira é afectada nos casos de hipodinamia, disritmias sexuais, hipotermia e insuficiência androgénica;
  • Barreira anti-infecciosa; esta barreira é ultrapassada no caso de enfraquecimento das reacções imunobiológicas locais, que ocorrem juntamente com astenia neurocirculatória, insuficiência androgénica, intoxicação microbiana ou medicamentosa, etc.

Normalmente, quando se está desenvolvendo prostatote é normal ter sintomas, como:

No entanto, a prostatite também pode ser causada por vírus e fungos, sendo menos frequente.

Além disso, quando o médico faz o toque retal a próstata tem tamanho maior do que o normal, está inchada e causa muita dor durante o toque retal para avaliar o tamanho da próstata.

  • Tipo I – Prostatite bacteriana aguda;
  • Tipo II – Prostatite bacteriana crônica;
  • Tipo III A – Síndrome de dor pélvica, também conhecida por prostatite crônica inflamatória;
  • Tipo III B – Prostatite crônica não inflamatória, síndrome de dor pélvica ou prostatodinia;
  • Tipo IV – Prostatite inflamatória assintomática.

A prostatite pode ser classificada em:

Esta infecção da próstata, que é causada por bactérias, como Escherichia coli ou Proteus mirabilis geralmente é tratada com o uso de antibióticos indicados pelo urologista e, na maioria dos casos é causada por infecção urinária que não é curada corretamente.

Na prostatite bacteriana crônica, o tratamento com antibióticos é mais longo, sendo realizado durante cerca de 3 meses, porém quando os antibióticos não tratam a inflamação pode ser necessário fazer uma cirurgia para remover o abcesso prostático que causa os sintomas.

O diagnóstico de prostatite é feito tendo em consideração os sintomas referidos pelo paciente e, que normalmente estão relacionados com dificuldade em urinar.

  1. Dor abaixo do umbigo e na zona entre os testículos e o anus;
  2. Dor nas costas, principalmente na região lombar;
  3. Dor ao urinar ou ao ejacular;
  4. Ardor ao urinar;
  5. Febre;
  6. Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga;
  7. Aumento da frequência em urinar de dia e de noite;
  8. Diminuição da força e do jato de urina;
  9. Calafrios;
  10. Dor intensa à palpação do escroto.
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